Relato Real de Trabalhador”
“No que pegou, eu me apavorei e soltei o comando. O cilindro virou e arrancou o braço de uma vez. A mão ficou na máquina. Ficaram só duas pontas de osso e um pedaço de pele que rasgou.”
— Rogéria Silveira, agricultora, 42 anos
Caso reportado: Perdeu parte do braço em maio de 2022 ao operar uma recolhedora de café sem sistema de proteção adequado, no Espírito Santo.
Caso Real Julgado”
“O direito a um ambiente de trabalho seguro e equilibrado integra os bens jurídicos fundamentais do empregado.”
— Juíza Daniela Torres Conceição, TRT-MG
Caso reportado: Motorista de uma indústria de alimentos teve a perna esquerda amputada após falha nos freios do caminhão em que trabalhava. A empresa foi condenada a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais e estéticos.
Caso Real Julgado”
“O fato de ter o trabalhador sofrido acidente de trabalho, que gerou lesões dolorosas e resultou em sequelas permanentes, são suficientes para presumir a existência de dano aos direitos da personalidade.”
— Juíza Luana Lobosco Folly Pirazzo, TRT da 1ª Região (RJ)
Caso reportado: Auxiliar de produção desviado para ajudante de entrega sofreu acidente a serviço da empresa e teve parte da perna amputada. O TRT-RJ manteve a condenação de R$ 100 mil por danos morais e estéticos.
Caso Real Julgado”
“O caso dos autos, em situação peculiar, revela o comportamento reiterado e um tanto sistemático da ré em não observar normas atinentes à saúde e à segurança de seus empregados.”
— Juiz Ronaldo Luís de Oliveira, relator, TRT da 2ª Região
Caso reportado: Empresa de manutenção e limpeza foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos após o MPT comprovar omissão sistemática na emissão de CATs e irregularidades nos programas de saúde ocupacional.
Se você se identificou com algum desses relatos ou está passando por algo parecido, vale a pena entender o que a lei garante para o seu caso.